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Minha Coleção de Jogos

Roda no nosso servidor, não no seu dispositivo.

Saiba o que você tem, compartilhe a lista e pare de comprar jogos repetidos.

  1. Crie uma lista e escolha o console. Uma lista por console.
  2. Adicione um jogo digitando o nome ou fotografando a caixa para o sistema ler.
  3. Diga o que veio com o jogo, o estado e quanto pagou ou quer vender.
  4. Quando quiser, compartilhe a lista com um link. Na loja, a varredura rápida mostra se você já tem esse jogo.
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Sobre esta ferramenta

Uma coleção não é uma única prateleira nem só uma lista. Você tem os jogos de PS2 que mantém, os que está vendendo na próxima feira, o SNES com caixa que você tem orgulho — e às vezes três cópias do mesmo jogo em condições diferentes. Por isso o sistema é pensado do jeito que um colecionador pensa: uma biblioteca de todas as cópias que você tem, e quantas listas nomeadas quiser, cada uma com as cópias que pertencem a ela. Venda uma cópia e ela sai de todas as listas, porque saiu da prateleira. Cada lista tem seu próprio link, desligado até você ativar, assim a lista de venda pode entrar num grupo no Facebook enquanto o resto fica só seu. Jogos são adicionados digitando o nome ou — mais rápido — fotografando a caixa, que lê o código de barras e preenche os detalhes pra você.

Perguntas frequentes

Posso ter o mesmo jogo duas vezes?

Sim, e isso é normal. Três cópias de Super Mario World — uma solta, uma completa na caixa, outra lacrada — são três registros separados, cada um com seu estado e preço, todos apontando para o mesmo jogo. Um sistema que juntasse tudo numa linha só com quantidade seria errado justamente para quem compra para vender.

Como funciona a leitura do código de barras?

Você fotografa o código de barras e ele é decodificado no seu navegador — os números são lidos por um decodificador real, não adivinhados por IA, porque um dígito errado mudaria seu jogo para outra versão. Jogos feitos antes de 1990 normalmente não têm código de barras, então pular esse passo é normal e não uma falha.

Quanto custa a varredura rápida?

Nada. É grátis em todos os planos, assim como adicionar jogos pelas fotos. A leitura da caixa custa para nós, mas um jogo lido uma vez serve para todos — então pagar quem escaneou seria errado. Consultar pelo código ou nome sempre foi e continua grátis.

De onde vem os dados dos jogos?

Dos próprios usuários. Não usamos banco de dados importado: os públicos são bons para NES e SNES, mas quase sem dados para PS2, Dreamcast ou Saturn, e nenhum deles registra região ou código de barras — que são metade do que um colecionador precisa. O catálogo começa vazio e cresce conforme as pessoas adicionam seus jogos. Seu cadastro ajuda os próximos na autocompletar.

O preço aparece automaticamente?

Não. Não existe fonte confiável e gratuita para preços de jogos retrô, e um valor inventado seria contestado quando errado. O preço é o que você digitar — o que pagou, o que venderia ou quanto acha que vale.

Quem pode ver minha coleção?

Ninguém até você ativar o compartilhamento de uma lista. Cada lista tem seu link e seu botão, assim você pode enviar a lista de venda para um comprador sem mostrar tudo o que tem. A coleção é sua lista de coisas valiosas, então o compartilhamento começa desativado e é sempre sua escolha.

O que acontece com minhas fotos?

As fotos da sua cópia ficam associadas a ela — um comprador quer ver o disco real, não imagens genéricas. Suas melhores fotos podem virar a referência que outros colecionadores veem para aquele jogo: é assim que o catálogo consegue fotos, faz parte do uso do sistema. O que você pagou, suas anotações e listas nunca entram nisso.

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